segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Can open source monopolize a market?
Can open source monopolize a market?
by Matt Asay
Open source is used to playing underdog to incumbent proprietary vendors. What will happen when open source dominates, rather than commoditizes, markets?
I ask because several open-source projects are not far from owning dominant market share in their respective markets. Mozilla's Asa Dotzler reports that Firefox is "on track to easily reach 25 percent of global usage by the end of the year." That may not sound like much, but given that Microsoft has been losing five percentage points of browser market share each year while Firefox gains five percentage points, and it's not hard to imagine Firefox surpassing IE's market share by early 2013.
Firefox isn't alone. Indeed, the Apache Web Server already dominates the Web server market, even despite new entrants to the market, as Glyn Moody highlights.
Linux, for its part, is still only 13.8 percent of the paid server market, while Windows Server still claims 38.1 percent market share, according to IDC. It has a long way to go, but in some markets like cloud computing and the growing Web 2.0 market, it plays a more authoritative role.
So, what happens when these and other open-source projects dominate their respective markets? Will it change how we market open source? Will it mean more research and development dollars must be invested?
Traditionally, open source has done a fantastic job of commoditizing expensive, well-understood markets. While I believe open source can innovate, particularly with companies behind open-source projects, it's still an open question as to whether the financial returns from open-source sales can pay for the heavy R&D and marketing costs that are generally required to create new products and new markets.
Open source has been better at business-model innovation than product innovation, though there are some notable exceptions.
Forget innovation for a minute, however: what will we do when Microsoft, Oracle, etc. are the runners-up, not the market leaders? Microsoft is a convenient (if inaccurate) proxy for all things that are bad in the software world for open sourcerors, but imagine the shift in thinking required to compete when, for example, Firefox has 80 percent market share and IE owns less than 20 percent. Who will we blame for our problems when our straw men are gone?
Perhaps none of this matters, however, as we could see dominant community-led open-source projects fork themselves long before they reach critical, market-dominating mass. It's not hard to imagine splinter groups forming within big open-source projects to take them in different directions, even as Joomla did with Mambo, Ubuntu did with Debian, etc.
The antidote to this is the open-source foundation. Among the examples of strong open-source projects that haven't forked--Eclipse, Apache Web Server, Mozilla Firefox--foundations have been critical to keeping these together. Linux, for its part, has been forked many times, but its core is held together by the Linux Foundation.
I believe the key to attaining dominant market share, and to preventing forks, is the open-source foundation. Over time, I suspect we'll see more "open-source companies" separate themselves into foundations, to manage the code, and corporations, to manage the monetization. This may be the only way to both liberate and dominate at the same time.
Matt Asay brings a decade of in-the-trenches open-source business and legal experience to The Open Road, with an emphasis on emerging open-source business strategies and opportunities. Matt is vice president of business development at Alfresco, a company that develops open-source software for content management. He is a member of the CNET Blog Network and is not an employee of CNET. Disclosure. You can follow Matt on Twitter @mjasay.
Nuvem passageira?
Nuvem passageira?
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 06/10/2009
Outro dia, na maior emissora de televisão do Brasil, no horário nobre, um ator de novelas estava de garoto propaganda de uma empresa de serviços e explicava, em uma linguagem bem simples e acessível, o complexo conceito de “cloud computing”. Sinal dos tempos...
Há exatamente um ano, estive em um evento em São Francisco, nos Estados Unidos, que reuniu mais de 10 mil pessoas para tratar do mesmo tema. Poucos eventos de tecnologia têm este privilégio, principalmente quando se trata de uma tecnologia tão nova. O mais interessante disto tudo é que você, meu caro leitor, pode “estar nas nuvens” mesmo sem saber!
Trocando em miúdos, este conceito consolida uma das facetas do não menos comemorado modelo SaaS (software as a Service), em que o software é cobrado não no modo tradicional de licenciamento, mas em forma de aluguel, quando se paga pelo que se usa.
O exemplo mais popular e corriqueiro é da Google com o Gmail: no lugar de se instalar uma caixa de correio eletrônico na sua máquina, todos os seus dados estão nos servidores da Google – ou seja, nas nuvens. A reboque do Gmail, vieram o Picasa, o Google Docs (versão alternativa ao MS-Office), comunidades virtuais – como LinkedIn, Facebook, Orkut –, entre outras centenas de aplicações que vão desde CRM até um completo ERP. Agora temos certeza que você, de algum modo, está nas nuvens.
A proposta apresentada pelo simpático ator oferece à sua empresa a possibilidade de criar a sua própria nuvem, onde poderá oferecer aos seus clientes os seus produtos e serviços no modelo SaaS. Desta maneira, no lugar da sua empresa comprar servidores, software básico, software aplicativo e tudo mais necessário, contratará apenas um pedaço da nuvem que já tem isto tudo e pagará somente pelo pedaço de nuvem que utilizar, sem se preocupar mais em administrar pessoalmente a sua TI.
A grande novidade é que os maiores e mais tradicionais fornecedores de software como Microsoft, Oracle, IBM, CA, entre outros, já aderiram ao modelo SaaS e estão a cada dia disponibilizando uma porção maior de seu portfólio como serviço.
No outro lado da mesma moeda, existe uma grande incerteza quanto a segurança e privacidade destas informações; nem todas empresas se sentem confortáveis em ter suas aplicações de missão crítica e informações estratégicas longe dos seus olhos. Somam-se a isso as preocupações quanto a disponibilidade e instabilidade do serviço de internet em nosso país, pois quando você está sem conexão, fica sem acesso aos seus sistemas e informações.
A decisão de qual será o melhor modelo para sua empresa não é simples; contudo, é muito oportuna. É fato que a “nuvem” é uma realidade que veio para ficar; mas por hora, pelo menos, continue cuidando também muito bem dos seus servidores e de todo seu legado, pois eles garantirão a qualidade e a continuidade dos seus serviços até que a nossa infraestrutura siga os padrões de qualidade de comunicação internacionais.
O bom senso recomenda adoção gradual e contínua ao modelo SaaS, com um provedor de grande porte que possa garantir segurança e, principalmente, alta disponibilidade. O resto, como diria o poeta, será “nuvem passageira que com o vento se vai” ...
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A hora da virada para a pequena e média empresa no Brasil
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 08/09/2009
Em todo o mundo, e especialmente no Brasil, há claros sinais na economia que a grande crise financeira com a qual estamos lidando desde outubro de 2008 está próxima do seu fim. É fato que em vários países o seu impacto foi diferente; enquanto temos de um lado a China, que parece não ter tido contato com a crise face ao crescimento da sua economia, por outro lado, alguns países da Europa, e da própria América do Norte, ainda estão fazendo sua lição de casa para amenizar os seus impactos.
No Brasil, a queda da taxa de juros nominal, o câmbio estável, a atração de capital externo refletida na alta da Bovespa e os sinais claros da volta do crédito demonstram a confiança dos investidores, empresários e executivos neste momento.
A maioria das empresas precisou se adaptar a este momento, privilegiando o caixa da empresa e cortando a fundo as despesas. Infelizmente, muitas vezes o esforço para equilibrar investimentos e lucratividade acaba acarretando na perda de talentos e de capital intelectual.
Por mais incrível que isto pareça, é mais fácil diminuir a estrutura do que voltar a crescer.
Toda empresa, mesmo as que trabalham com uma estrutura muito enxuta, conseguem, se isto for realmente necessário, cortar de 5% a 10 % da sua folha de pagamento e administrar este impacto.
Quanto tempo leva para aumentar em 5 ou 10% o quadro de funcionários de qualquer empresa?
Nesta hora, quanto maior for a empresa, mais rígido deverá ser o processo de seleção, de capacitação, de aprendizado de normas e procedimentos, isto sem falar na briga do mercado por um bom recurso em um momento de retomada. Já pensou como se sente o funcionário que aguentou firme a crise, e agora se sente desprestigiado frente aos novos contratados?
Esta é a grande oportunidade para a pequena e média empresa no Brasil, nos momentos de retomada. Para uma grande empresa é mais fácil olhar para um provedor de serviços de menor porte e mais ágil, capaz de integrar a sua cadeia de valor, do que tentar repor os talentos perdidos de uma hora para outra.
É claro que uma PME que se preocupou em manter rígidos controles financeiros e contábeis, que procurou investir em capacitação dos seus funcionários, terá acesso privilegiado ao crédito, terá a preferência dos clientes de grande porte e prioridade no atendimento pelos fornecedores.
Já dizia a sabedoria popular: “não há mal que sempre dure e não há bem que não se acabe!” Sempre haverão momentos de crise seguidos de momentos de retomadas, saber se preparar para estes momentos é um grande diferencial competitivo, e buscar aproveitar esta mudança de posição é o que pode fazer a diferença para sua empresa. Quem não acreditou nisto antes, terá outras crises e outras chances ainda para acreditar, mas esperamos que, para o bem de todos, a próxima chance demore bastante…
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Micro Focus anuncia abertura de subsidiária no Brasil
Micro Focus anuncia abertura de subsidiária no Brasil
Especializada na linguagem de programação Cobol, empresa passa a vender diretamente no País. Parceiros serão mantidos.
Por Rodrigo Caetano, da Computerworld
22 de julho de 2009 - 14h21página 1 de 1Recursos: Imprimir Texto Enviar por e-mail Comentar Reportar Erros Widgets Cadastrar Feeds Ampliar texto Reduzir textoBookmark:
A Micro Focus, empresa inglesa especializada em sistemas de gerenciamento de aplicações e modernização de ambientes, vai abrir subsidiária no Brasil. A companhia atuava no País, até o momento, por meio de representantes.
O responsável pela operação brasileira da empresa será Marco Leone, ex-presidente da americana CA, fornecedora de sistemas de gerenciamento e segurança. Leone passou mais de dez anos na empresa, dos quais cinco como principal executivo no País.
Segundo o executivo, a Micro Focus, nos últimos anos, adotou uma estratégia de crescimento por meio de aquisições. A mais significativa, diz Leone, foi a da área de qualidade de software da Compuware, desenvolvedora de sistemas para aprimoramento de desempenho.
No início deste ano, a Micro Focus chegou a um acordo para a aquisição da Borland, especializada em soluções para o gerenciamento do ciclo de vida de aplicações. O negócio ainda precisa ser aprovado pelos acionistas da empresa e deve ser concluído nos próximos meses.
Leone afirma que as aquisições podem continuar, inclusive localmente. “Se fizer sentido para a estratégia da empresa, pode acontecer”, diz. O executivo explica que a companhia tem comprado empresas tanto para aumentar a base de clientes, quanto para complementar a oferta de produtos.
A Micro Focus tem forte atuação no segmento de finanças, principalmente em sistemas legados e mainframes, grandes servidores utilizados em larga escala pelos bancos brasileiros. Boa parte desses ambientes ainda utiliza a linguagem de programação Cobol, especialidade da companhia.
De acordo com Leone, no Brasil existem muitas oportunidades na área de modernização de sistemas legados. Além do setor de finanças, a empresa também pretende focar nos segmentos de manufatura e saúde.
A abertura de uma subsidiária no País não, afirma Leone, não muda a relação da companhia com os parceiros atuais. “Vamos vender direta e indiretamente”, diz. Em 2008, a Micro Focus faturou, globalmente, 247,7 milhões de dólares, uma alta de 20% em comparação ao ano anterior.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Micro Focus Confirms Top 10 Global Financial Institutions as Customers
Changing financial regulations drive need for modern, flexible IT architectures
MOUNTAIN VIEW, CA, July 7, 2009
More financial organizations are turning to application modernization to develop flexible IT infrastructures capable of meeting changing regulations and market conditions in the wake of the global economic crisis, according to Micro Focus (LSE.MCRO.L), the leading provider of enterprise application management and modernization solutions. All of the ten largest global financial institutions are Micro Focus customers.
Micro Focus has seen a recent surge in interest from across all vertical sectors, including financial services and banking organizations, and now boasts over 1,900 North American financial institutions as customers. Additionally, 60 percent of the top 100 US financial institutions are currently Micro Focus customers. Changing regulations in the face of a faltering economy, such as Reg NMS and the FDIC’s recent edict for financial institutions to modernize deposit systems, have created a demand for IT modernization within the capital markets.
“As we have all seen, the results have been catastrophic when large financial institutions are slow to respond to changing regulatory and market conditions,” Ken Powell, President, North America, Micro Focus. “The IT departments within financial organizations have some real assets in the form of valuable business logic and mission-critical applications – but those assets can be bogged down by unwieldy infrastructures. Micro Focus enables financial organizations to unlock the value of their existing IT applications, turning them into strategic resources.”
Micro Focus enables organizations to understand the applications that automate core business operations. This allows customers to quickly locate where mandated changes must be made, execute those changes without disruption, and demonstrate compliance through transparency and governance of their application portfolio.
Beyond regulatory compliance, Micro Focus’ application management and modernization solutions deliver additional benefits to its financial services customers. Micro Focus enables its customers to run mission-critical mainframe applications in lower-cost environments, allowing them to maximize their investment in COBOL by integrating these applications into more modern architectures such as .NET, Linux and Unix. As a result, financial organizations – now under increased scrutiny and pressure to minimize IT spending due to the global economic collapse – are able to drastically reduce costs.
At the same time, the increased agility resulting from more modern architectures enables IT departments to better align themselves with the organizations’ overall direction. Micro Focus’ application portfolio management (APM) solutions enable customers to gain valuable insight into the breadth and depth of existing IT assets, ensuring optimized resource allocation for compliance mandates. Micro Focus also enhances data security and application testing, ensuring that banks can safeguard client information and the stability of their core business processes.
About Micro Focus
Micro Focus, a member of the FTSE 250, provides innovative software that allows companies to dramatically improve the business value of their enterprise applications. Micro Focus Enterprise Application Modernization and Management software enables customers’ business applications to respond rapidly to market changes and embrace modern architectures with reduced cost and risk. For additional information please visit www.microfocus.com
Micro Focus Realiza o seu principal Evento Anual
De 11 a 13 de Maio todos os profissionais, programadores, Vendedores de Software Independentes (ISV’s) e analistas de software irão conhecer as mais recentes tendências sobre Cloud Computing, redução de custos, modernização e migração de aplicações, Web 2.0 e sobre o futuro de COBOL.
Num formato de Fórum Virtual On-line, serão debatidos temas em torno da gestão da modernização de aplicações no mercado mundial.
Lisboa, 29 de Abril de 2009.- A Micro Focus®, fornecedor líder em gestão, desenvolvimento e modernização de aplicações empresariais, vai realizar nos dias 11 a 13 de Maio o seu principal encontro anual Micro Focus Live 2009.
Num formato de Fórum Virtual On-line, o Micro Focus Live 2009 irá centrar-se em temas tão relevantes como o Cloud Computing, a Redução de Custos, as Migrações e a Modernização de Plataformas, destacando através das diferentes apresentações, o que está a acontecer na Gestão da Modernização e nas Aplicações a nível mundial.
O Micro Focus Live 2009 é gratuito e on-line, dirigindo-se a todos os profissionais, programadores, ISVs e analistas de software com o objectivo de dar a conhecer, em primeira mão, as mais recentes tendências sobre Cloud Computing, redução de custos, Web 2.0 e o futuro do COBOL.
O tema central durante estes dias será o Cloud Computing e a Micro Focus irá demonstrar a sua posição de liderança neste novo cenário. O Evento que terá início no dia 11 de Maio no Continente Asiático prosseguirá nas Regiões EMEA, América Latina e Norte da América, disponibilizando os conteúdos on-line durante um ano.
Durante os 3 dias realizar-se-ão mais de 18 mesas redondas, 10 testemunhos de clientes e parceiros a nível mundial, por forma a cobrir os temas mais apaixonantes sobre modernização e gestão de aplicações através deste formato on-line inovador.
Provenientes da região Ibérica, a Micro Focus irá contar com a participação da Accenture, da HP e da Rural - Serviços Informáticos. As apresentações no Desenvolvimento de Soluções para a Melhoria de Produtividade, Redução de Custos e SOA (Arquitectura Orientada a Serviços) e na Gestão e Modernização de Aplicações. Os participantes terão à disposição, durante estes 3 dias, diferentes fóruns, salas de chat, entre outras ferramentas on-line.
Encontre Parceiros Microsoft para Seus Projetos de Modernização
Soluções de Software
Embora diferentes ambientes do legado e estratégias de modernização exijam diferentes conjuntos de ferramentas, a maioria dos projetos precisam lidar com aplicações COBOL, CICS e JCL existentes. Ferramentas de software e ambientes de tempo de execução estão disponíveis em diversos ISVs para as empresas que desejarem continuar dando suporte a essas aplicações nas plataformas Windows e Microsoft .NET.
Accenture
Muitas organizações possuem tecnologia acumulada que impede a produtividade e a flexibilidade. Segundo uma pesquisa da Accenture, mais de metade das aplicações de negócios têm de cinco a vinte anos. A Accenture pode ajudar os clientes a obter mais valor de seus investimentos existentes através da reestruturação de plataforma, desativação, correção e engenharia reversa de tecnologias e aplicações do legado. O resultado é estabilidade e flexibilidade aumentadas, custo reduzido e vida prolongada para os ativos de TI atuais.
ATERAS
A ATERAS dá suporte a empresas globais há 25 anos, oferecendo um método completo e automatizado para as organizações proteger ativos do legado, reduzir custos de manutenção e capacitar Arquitetura Orientada a Serviço (SOA - Service Oriented Architecture) de aplicações críticas. A tecnologia de automação de patente pendente DB-Shuttle™ realiza conversões de bancos de dados do legado como IDMS, VSAM, Adabas e IMS, inclusive os bancos de dados e aplicações de mainframe para um ambiente do Microsoft .NET. Isso inclui converter aplicações mais antigas para novas linguagens tais como o Microsoft Visual Basic .NET e C# .NET, assim como converter os bancos de dados não-relacionais para Microsoft SQL Server.
Micro Focus
Uma Parceria Global focada na Modernização de Aplicação de Mainframe, extensão do .NET e nova geração de habilitação de Web.
Focada em fornecer a nossos clientes os mais altos níveis de integração com .Net e a Plataforma de Aplicações Windows para soluções de desenvolvimento, testes e implantação de aplicações de mainframe. Essa colaboração nos permite, juntos, fornecer mais eficientemente uma estratégia de plataforma alternativa para empresas maximizarem o valor de suas aplicações e sistemas corporativos COBOL do legado, assim como acelerar iniciativas de vendas e desenvolvimento, oferecendo aos clientes uma maior escolha e agilidade para aplicações de mainframe.
Reunimos três décadas de experiência da Micro Focus em mainframe com a visão da Plataforma de Aplicações da Microsoft e recursos corporativos para fornecer a última geração de soluções enterprise-ready para aplicações de mainframe. Nossas soluções permitem às empresas modernizar, estender e explorar seu portfólio de ativos de TI corporativos, capacitando nossos clientes a responder rapidamente a exigências do mercado e abraçar arquiteturas modernas como SOA e computação em Nuvem. Nós oferecemos uma alternativa pragmática, de alto retorno e baixo risco para estratégias de reestruturação ou substituição. Tecnologias Micro Focus fornecem um "caminho adiante" que tem, no mundo inteiro, a confiança das organizações mais exigentes.
Micro Focus amplia oferta pela aquisição da Borland
por IT Web
01/07/2009
Inicialmente, companhia ofereceu US$ 75 milhões; nova proposta totaliza US$ 113 milhões
No início de maio, o mercado se deparou com a informação de que a Micro Focus compraria a Borland Software Corporation, especializada em soluções Open ALM, por US$ 75 milhões. Na ocasião, a informação era de que a operação seria concluída até o final do terceiro trimestre. Agora, em novo comunicado, a Micro Focus avisa que decidiu ampliar o valor ofertado para US$ 1,50 por ação, ou, US$ 113 milhões.
A revisão da oferta recebeu aprovação unânime da diretoria das duas companhias. Em nota, o CEO da Micro Focus, Stephen Kelly, afirma que permanece a análise racional para a continuidade da transação. Ele diz ainda que os processos regulatórios e de aprovação estão em andamento. Por fim, o executivo diz que a revisão da oferta seguiu critérios financeiros aplicados a todas as aquisições.
Marco Leone assume comando da Micro Focus no Brasil
Marco Leone assume comando da Micro Focus no Brasil
São Paulo - O executivo, ex-gerente geral da CA, até então atuava em carreira solo como sócio da SaleSolution
Por REDAÇÃO DO COMPUTERWORLD
07 de maio de 2009 - 11h45
Marco Leone está assumindo o comando da Micro Focus, empresa especializada em desenvolvimento de ferramentas de gerenciamento de aplicativos, no Brasil. A companhia vive atualmente um momento de expansão. Acaba de anunciar a compra da Borland por 75 milhões de dólares e a aquisição de linha de produtos Quality Solutions da Compuware, em um negócio de 80 milhões de dólares.
Ainda sem muitas definições sobre o futuro das operações, Leone - que segue para Dallas (EUA) na próxima semana - adiantou ao COMPUTERWORLD que a Micro Focus continuará privilegiando o atendimento e o suporte aos clientes da Borland e aos da linha de Quality da Compuware. "Da mesma forma que tudo caminha na normalidade em relação a base da Micro Focus Brasil e seus representantes comerciais", afirma.
>> Participe das discussões da CW Connect
Leone foi gerente geral da CA Brasil, onde fez carreira ao ficar por 11 anos - dos quais seis como número um da subsidiária. Antes de aceitar o convite da Micro Focus, o executivo atuava como sócio da SaleSolution, consultoria brasileira especializada em desenvolvimento de vendas. Acumula experiência de mais de 20 anos no mercado de TI.
O que é que tem dentro da caixa-preta da TI das grandes corporações?
O que é que tem dentro da caixa-preta da TI das grandes corporações?
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 16/07/2009
Recentemente participei do maior evento de tecnologia da informação da América Latina, certamente um dos melhores do mundo. O que mais me chamou atenção foi uma apresentação de um CIO mundial de um grande banco, quando testemunhei um projeto grandioso de integração e modernização de suas principais aplicações, sobretudo por se tratar de uma empresa global que cresce por meio de aquisições.
Conversando com outros CIOs de grandes bancos locais, percebi que de um modo ou de outro a estória é bem semelhante: sistemas heterogêneos e proprietários vindos de diversas aquisições que convivem com o legado já existente, se conectando como um grande quebra-cabeça com o cliente final.
O mais interessante é que a maior parte de tudo que é investido por essas empresas destina-se, tão somente, a “manter as luzes acesas” – ou seja, as aplicações funcionando.
Isso, por si só, já se constitui em grande desafio, principalmente ao tomarmos como exemplo o setor bancário brasileiro: onde menos de 50% da população é “bancarizada”, mesmo conquistando mais e mais clientes dia-a-dia os sistemas bancários precisam manter a mesma performance, segurança, infraestrutura e disponibilidade.
Na média, aproximadamente 80% de todo o investimento é para isso, e somente os 20% restantes vão para a inovação e para a criação de novos produtos para os seus clientes.
Essas aplicações foram desenvolvidas na década de 60 e o grande desafio foi modernizá-las. É certo que muito já foi reescrito, mas a um alto risco e custo, e que uma outra parte foi substituida por pacotes que, apesar de apresentarem um risco menor, continuam custando muito caro em razão da necessidade de customização e de um longo prazo de implementação.
Parte dessas aplicações foi migrada para ambientes abertos e modernizada, como o caso do CIO acima, e pelo que parece, pelo baixo risco e curto prazo de implantação, tem se demonstrado a alternativa mais interessante.
Comecei minha vida profissional como programador, e durante os últimos 20 e poucos anos assisti a ascensão e a queda de muitas linguagens de programação. Neste ano, comemora-se o cinquentenário da mais longeva de todas as linguagens: o COBOL, que, não obstante os anos que se passaram, continua firme e forte.
É importante ressaltar que mais de 70% das aplicações de missão crítica das grandes empresas ainda usam COBOL. São mais de 65 bilhões de linhas de código com uma performance e alta disponibilidade invejável!
O grande desafio para esses usuários é quanto ao custo de desenvolver, testar e “rodar” essas aplicações em sistemas proprietários, pois o custo por MIPS pode variar de 500 até 4000 mil dólares, dependendo do ambiente e do volume processado. Esse ambiente agora está renovado, podendo funcionar diretamente na Web inclusive no modelo de SaaS e cloud computing.
Talvez sejam essas as razões pelas quais muita gente jovem venha estudando essa linguagem já “balsaquiana”, que continua com demanda de empregos maior do que a capacidade do mercado em oferecer novos profissionais, traduzindo-se em emprego garantido para aqueles que a dominam, coisa muito rara nos dias de hoje em qualquer profissão.
Muita coisa mudou nos últimos 50 anos, mas neste nosso mundo de TI, o COBOL continua sendo o motor das grandes aplicações e, se a opinião dos mais entendidos no assunto se concretizar, ele continuará por aí por pelo menos mais 50 anos. Quem viver verá!
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Quanto vale um segredo?
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 16/06/2009
Recentemente tivemos notícias de uma famosa atriz americana que teve seus dados médicos sobre um câncer vendidos por um funcionário do hospital e publicados por um jornal de fofocas sobre celebridades. O resultado foi devastador e a atriz, que não queria publicidade sobre o caso, foi assediada por legiões de paparazzi e repórteres indiscretos, o que agravou em muito seu delicado estado de saúde.
Esse é um exemplo, dentre muitos outros, que demonstra quais podem ser as consequências de se ter o sigilo e a segurança das suas informações violadas.
Hoje é fundamental para pessoas e empresas que elas possuam múltiplos pontos de contato com seus clientes, parceiros e fornecedores. Há, entretanto, que se ter como norte, verdadeira bússola a nortear a sua estratégia, a segurança no trato dessas informações.
Segundo os estudiosos do assunto, a segurança da informação está apoiada no tripé pessoas, processos e ferramentas, não sendo possível definir uma boa política de segurança da informação sem o conhecimento prévio e detalhado não apenas do processo em que as informações estão contidas, mas também de onde ela se origina, para quem ela é distribuída, como ela é armazenada, quem tem acesso a ela, por quanto tempo e por qual motivo.
Parece claro que as informações que não são públicas devem ter seu acesso franqueado a um grupo restrito de pessoas, e o controle de acesso deve ser feito com extremo zelo e cuidado, evitando-se assim que as corriqueiras mudanças organizacionais possam acarretar a violação dos dados por pessoas não mais habilitadas a isso.
Imaginemos o absurdo de se constatar que aquele funcionário, transferido do departamento financeiro para o departamento comercial, continue tendo acesso a todas informações do seu antigo departamento? Ou ainda pior, um funcionário desonesto ou insatisfeito, demitido por justa causa em uma sexta-feira qualquer, que continue acessando os sistemas da sua empresa por todo o fim-de-semana? Parece trágico, e realmente é...
Por mais incrível que pareça, ainda hoje mais de 70% das tentativas de invasão e de roubo de informações não são obra dos lendários hackers e seus cavalos de tróia, mas de funcionários das próprias corporações.
Grande parte dos problemas de segurança decorre de atitudes absolutamente banais, como a colocação de adesivo contendo a senha pessoal embaixo do teclado, o empréstimo de seu usuário para um amigo, ou, o que é ainda pior, a simples curiosidade de saber o salário do seu diretor. Para evitar que isso aconteça, é fundamental que as pessoas sejam orientadas quanto às práticas mais adequadas para preservarem suas informações e sobre as políticas de segurança definidas por sua empresa.
É claro que nem tudo é feito de forma tão inocente. Existem quadrilhas especializadas em roubar informações sob sigilo industrial e senhas bancárias, isso sem falar no verdadeiro comércio sobre tudo o que acontece na vida dos famosos para os tablóides sensacionalistas.
É aqui que entra o último apoio do tripé: mesmo tendo todos os processos definidos e revisados, ou até mesmo todas as pessoas capacitadas sobre as melhores práticas de segurança, somente com o uso de ferramentas de segurança específicas para gestão de identidade, controle de acesso, antivírus, anti-spyware, tokens, dispositivos biométricos, entre outros, é que se poderá garantir efetivamente uma proteção adequada para a sua empresa.
O valor de um segredo só pode ser mensurado quando ele se torna público, e o seu custo, frequentemente é bem maior do que aquele que você deixou de investir para protegê-lo.
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Qual é o limite de fazer “mais com menos”?
Qual é o limite de fazer “mais com menos”?
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 06/05/2009
Temos vários exemplos no mundo corporativo onde a falta de planejamento e de processos acaba gerando muito esforço e pouco resultado – o que, quase sempre é sinônimo de ineficiência e desperdício no mercado altamente competitivo em que vivemos. Fazer mais com menos, à primeira vista, pode sugerir algo não muito correto, já que parece difícil imaginar que vender 1.000 unidades de um produto possa ser pior do que vender cem, ou que prestar 1.000 horas de serviços seja pior do que prestar 300, ou ainda que atender 100 clientes seja pior do que atender 20. Contudo, uma análise mais profunda poderá esclarecer tal afirmação com relativa facilidade.
A busca pela liderança, pelo primeiro lugar, muitas vezes tem um preço muito alto e desnecessário. Para o atingimento de resultados pontuais, por vezes, deixamos de analisar uma situação de forma mais abrangente.
De que adianta conceder altos descontos para aumentar a quantidade vendida sem levar em consideração todos os outros custos da cadeia produtiva ? De que adianta aumentar a sua folha de pagamento para atender a uma demanda pontual e de baixa rentabilidade, se isso pode acarretar outros custos bem maiores na readequação dessa equipe? Será que todo cliente que você atende merece ser seu cliente, ou seja, são todos clientes ideais para o seu negócio?
As respostas para essas perguntas estão na maneira como você administra a sua empresa. Há quanto tempo você não faz uma boa análise no seu portfólio de produtos e serviços, indagando o quanto eles são verdadeiramente representativos na sua receita e lucratividade? Não seria interessante reduzir esse número e dedicar um esforço maior ao que realmente dá certo?
Você tem certeza que é realmente necessário oferecer atendimento a todos esses clientes? Eles só compram de você pelo menor preço ou reconhecem o valor que você agrega a estes produtos e serviços, e estão dispostos a pagar um pouco mais por isso? Quanto custa para atendê-los nos casos em que você não é percebido como estratégico para o negócio deles? Não seria melhor atender de forma mais personalizada os seus melhores clientes, entendendo realmente suas necessidades, sendo um parceiro estratégico e bem remunerado?
Após essa breve análise, será que você continua precisando de todos os seus funcionários, ou você pode dispensar alguns e pagar melhor aos verdadeiros talentos de sua organização? E a sua infra-estrutura, ela é compatível com a expectativa do mercado, ou é demasiadamente sofisticada, muito acima dos padrões esperados?
A verdade é que ostentar, hoje em dia, é “cafona”, e o cliente sempre pensará que para sustentar o seu luxuoso escritório, será ele a pagar a conta final!
O outro lado da mesma moeda, entretanto, é que qualidade, hoje em dia, não é mais um diferencial, é sim um pré-requisito. Seus concorrentes estão sempre a um passo de roubar o seu melhor cliente e o seu melhor funcionário; por isso, manter os bons clientes e seus talentos satisfeitos é questão de sobrevivência corporativa. O tripé competência (saber fazer), motivação (querer fazer) e criatividade (fazer mais com menos) é a resposta.
Finalmente, tenha muita atenção, porque o limite de fazer “mais com menos” é fazer “mais ou menos”, e isto jamais será perdoado.
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domingo, 12 de abril de 2009
Dividir para conquistar!
Dividir para conquistar!
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 08/04/2009
Nos últimos 20 anos venho trabalhando no mercado de TI, mais especificamente no mercado de software e, embora sempre próximo da área comercial, já me sentei dos dois lados da mesma mesa, do lado do revendedor e do fabricante.
O canal de revenda e distribuição não é somente uma rota de mercado, como muitos ainda afirmam; ele é cada vez mais a diferença entre o sucesso e o fracasso da estratégia comercial de um fabricante. O mais engraçado disso tudo, é que por muitas vezes o canal não sabe a sua força.
Hoje em dia, quando lidamos com uma crise financeira mundial, em que as grandes empresas adotam uma política severa de contenção de custos, é muito difícil para um fabricante atender adequadamente seus principais clientes. Além da necessidade de aperfeiçoar os seus investimentos, há ainda a presença de elementos não menos impactantes como carga tributária, encargos trabalhistas e benefícios que, não raramente, as grandes empresas precisam oferecer para angariar os melhores talentos do mercado – a geografia deste país de dimensões continentais acarreta a necessidade de uma cobertura capilarizada, que permita à empresa estar presente não somente onde deseje, mas onde os seus clientes precisam.
Não é por acaso que uma das maiores preocupações de todo o fabricante seja ajudar os seus canais a obterem melhores resultados em vendas, capacitando-os não somente em seus produtos e serviços, mas principalmente, nas metodologias de vendas. O canal, por outro lado, não deve apresentar somente bons resultados, já que o parceiro ideal é aquele que consegue enaltecer o nome do fabricante junto aos seus clientes, apresentando-se, por muitas vezes, mais preparado do que o próprio fabricante para representar suas soluções.
Um dos erros mais corriqueiros observados nos mais de cinco anos em que fui responsável também pela área de canais de um grande fabricante de software é a tentativa das empresas representarem o maior número possível de fabricantes, enfeitando assim o seu cartão de visitas com vários logotipos coloridos de empresas multinacionais, sem, todavia, ter representatividade para qualquer uma delas. Não pretendo aqui estimular a fidelidade, pois sei que é muito difícil hoje em dia atingir bons resultados representando somente uma tecnologia. O negócio, contudo, deve ser importante e representativo tanto para o fabricante quanto para o revendedor, e isto só se consegue com uma boa dose de especialização.
Não se pode esquecer que uma política de canais clara, abrangente e justa, é fundamental para que se evitem ao máximo os recorrentes conflitos, pois estamos, todos, buscando as melhores oportunidades de negócios nos principais clientes – o que, por vezes, obriga o fabricante a privilegiar corretamente aquele que realmente trabalhou e fará a diferença na oportunidade.
Em suma: O canal competente e comprometido com o sucesso do bom fabricante continua sendo um obscuro objeto de desejo, e vice-versa.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Quem pode ser líder?
Quem pode ser líder?
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 03/03/2009
Há muito tempo se discute o conceito de liderança em diversos aspectos. Uma das grandes questões sobre o tema é se a capacidade de liderar é inata ou se existe a possibilidade de se criar um líder em salas de aula. Sem ter aqui a pretensão de se esgotar o tema, considero relevante, em tempos em que o fantasma da crise mundial assombra a todos considerar alguns aspectos que podem fazer diferença no dia-a-dia de nossas empresas.
As grandes escolas de negócio no Brasil e no mundo desenvolveram várias ferramentas gerenciais que ajudam muito no grande desafio que é liderar. Desde as obras de Platão e Confúcio estuda-se sobre o tema. Administradores, cientistas e filósofos concordam (o que às vezes é muito raro...) quanto a um rol de características, capacidades e habilidades que são quase que um pré-requisito para se identificar um líder. Mas será que isto é o suficiente?
Concordo que a capacidade de identificar as potencialidades de um indivíduo e conseguir motivá-lo e influenciá-lo – e por que não dizer inspirá-lo – para que contribua da melhor maneira possível com os objetivos de um grupo é determinante. Isto é com certeza uma prova cabal de um comportamento de um líder. Acredito que esta habilidade possa ser aprimorada, mas como mudar a essência de uma pessoa?
Alguns traços da personalidade de um indivíduo, e, no outro lado da mesma moeda, alguns distúrbios de personalidade e deformidades de caráter, podem tornar as melhores habilidades de um líder inócuas, pois uma das ferramentas mais poderosas da liderança é o exemplo. Como é possível seguir um líder que é antiético, manipulador, ou que tem uma ira descontrolada? A história nos deu vários exemplos de líderes carismáticos e eficientes, que na verdade foram grandes assassinos. Este é o perigo do culto da personalidade.
As escolas de negócios preferem restringir sua análise aos estilos de liderança. Kurt Lewin, Ronald Lippitt e Ralph White, bem como Peter Drucker, Rudolph Giuliani e Jack Welch, fazem afirmações muito interessantes sobre o assunto. Recomendo também a leitura dos livros “Management of Organizational Behavior” e “Liderança e o Gerente Minuto”, ambos de Kenneth Blanchard.
Recomendo avaliar o efeito colateral de cada estilo. Como evitar que um líder autocrático não cause tensão e ou frustração em seus liderados? Como evitar que este estilo não sufoque a inovação e espontaneidade? Por outro lado, como ser um líder liberal sem perder produtividade e manter o respeito do grupo? A liderança democrática parece ser a resposta certa, pois privilegia o relacionamento cordial e a comunicação espontânea, ajudando assim no senso de responsabilidade e comprometimento pessoal de cada individuo, mas alguém consegue liderar democraticamente sempre, sem exceção? Talvez a melhor forma seja a alternância destes estilos, usando cada um como um remédio, sempre na dose correta e na situação apropriada.
Navegar em mares revoltos como os de hoje em dia exige muito do capitão.
Escolher a pessoa correta para esta posição é fundamental, e ferramentas tais como MBTI e DISC, por exemplo, quando utilizadas por especialistas em recursos humanos, podem evitar grandes decepções e “naufrágios”.
Na falta de um grande líder, capacite e prepare um bom gerente, este com certeza pode ser preparado e garantirá senão o melhor trajeto, pelo menos um porto seguro.
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Salesforce.com Announces a Year of Enterprise Cloud Computing Milestones
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| Surpasses 1.5 million net paying subscribers SAN FRANCISCO, Feb. 25 /PRNewswire-FirstCall/ -- Salesforce.com (NYSE: CRM), the enterprise cloud computing company, today announced a series of new milestones in enterprise cloud computing reached in its past fiscal year. Most notably, the company announced it has reached 55,400 customers and surpassed 1.5 million net paying subscribers, demonstrating the growing demand for its cloud computing services. The announcement comes as salesforce.com reported its financial results for its fourth quarter and fiscal year 2009 (see separate press release at www.salesforce.com/investor). "This past year marks a watershed for salesforce.com and enterprise cloud computing," said Marc Benioff, chairman and CEO of salesforce.com. "Not only have we extended our leadership with Salesforce CRM, but our customers have discovered how to leverage the power of our cloud computing model in a multiplicity of ways - to build applications, websites, and interact with their customers and communities." Enterprise Cloud Computing Milestones Salesforce.com has achieved several major milestones that speak to the adoption of enterprise cloud computing: Technology innovation -- More than 12 billion transactions in the fourth quarter alone
Salesforce.com Foundation implementation of the 1/1/1 Model -- 1% Time: More than 125,000 employee hours have been donated in service
About salesforce.com Salesforce.com is the enterprise cloud computing company. The company's portfolio of SaaS applications, including its award-winning CRM, available at http://www.salesforce.com/products/, has revolutionized the ways that customers manage and share business information over the Internet. The company's Force.com PaaS enables customers, developers and partners to build powerful on-demand applications that deliver the benefits of multi-tenancy across the enterprise. Applications built on the Force.com platform, available at http://www.force.com, can be easily shared, exchanged and installed with a few simple clicks via salesforce.com's Force.com AppExchange marketplace available at http://www.salesforce.com/appexchange/. As of January 31, 2009, salesforce.com manages customer information for approximately 55,400 customers including Allianz Commercial, Dell, Dow Jones Newswires, Japan Post, Kaiser Permanente, KONE, and SunTrust Banks. Any unreleased services or features referenced in this or other press releases or public statements are not currently available and may not be delivered on time or at all. Customers who purchase salesforce.com applications should make their purchase decisions based upon features that are currently available. Salesforce.com has headquarters in San Francisco, with offices in Europe and Asia, and trades on the New York Stock Exchange under the ticker symbol "CRM". For more information please visit http://www.salesforce.com, or call 1-800-NO-SOFTWARE. Copyright (c) 2009 salesforce.com, inc. All rights reserved. Salesforce and the "no software" logo are registered trademarks of salesforce.com, inc., and salesforce.com owns other registered and unregistered trademarks. Other names used herein may be trademarks of their respective owners. SOURCE salesforce.com
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| "Safe Harbor" Statement under the Private Securities Litigation Reform Act of 1995: Statements in this press release regarding salesforce.com's business which are not historical facts are "forward-looking statements" that involve risks and uncertainties. For a discussion of such risks and uncertainties, which could cause actual results to differ from those contained in the forward-looking statements, see "Risk Factors" in the Company's Annual Report or Form 10-K for the most recently ended fiscal year. |
sábado, 21 de fevereiro de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Sustentabilidade para empresas de todos os tamanhos
Sustentabilidade para empresas de todos os tamanhos
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 03/02/2009
Acabou o vale-tudo no mundo corporativo!
A responsabilidade das empresas para a continuidade dos negócios vai muito além dos aspectos econômicos, se estendendo também para os campos sociais, culturais e ambientais. Essa é uma tendência mundial que começou com o Clube de Roma em 1972, ganhou força no Brasil em 1992, depois da ECO-92, e foi reforçada pela criação da Agenda 21, confirmada em 1997 com o protocolo de Quioto.
A nenhuma empresa será permitido operar com sucesso, sem que esta adote a Sustentabilidade como fator integrante de sua estratégia de negócios.
É fato que este assunto hoje é mais relevante para grandes corporações que necessitam estar em conformidade com suas agências regulatórias e as normas dos seus mais diversos segmentos. Entretanto, como podemos e devemos trazer esta realidade para as nossas empresas?
Acredito em soluções simples e principalmente em mudança de atitude, pois são os pequenos gestos no dia-a-dia que nos farão contribuir com esta causa maior e nos trazer todos os benefícios colaterais destas nossas ações.
O mundo sofrerá muito no futuro incerto, com uma grande crise de recursos naturais e de energia. As consequências climáticas e ambientais serão grandes, assim como as consequências econômicas. O custo da energia tem aumentado de forma espantosa, todavia podemos minimizá-lo com atitudes simples tal como apagar as luzes dos ambientes vazios ou ainda a instalação de minuteiras em áreas comuns. Além disso, devem-se trocar suas lâmpadas pelas de menor consumo, bem como os eletrodomésticos e demais eletrônicos com mais de cinco anos por novos aparelhos de baixo consumo (o ganho de economia em monitores de vídeo e refrigeradores é espantoso...). Estas ações, além de contribuírem com uma causa maior, agradarão muito o seu diretor financeiro.
Estes desperdícios evitados ajudam sua empresa a ser economicamente sustentável, ou seja, sustentar seu crescimento pela produção e não pelo aumento de preços para cobrir gastos desnecessários, o que no final só gera inflação.
Iniciativas para facilitar o acesso ao crédito e aos seus produtos para comunidades carentes, bem como combate a pirataria, sonegação e corrupção e ao uso de produtos fora das normas de segurança também são muito bem vindos.
As empresas, de todos os tamanhos devem pensar em sua missão social – o que elas fazem para melhorar o mundo em que vivemos ou, no mínimo, a vida dos seus clientes, funcionários e comunidade em que estão localizadas. Investir na qualidade dos seus produtos e serviços, aumentando assim a eficiência, proporcionar oportunidades de melhorias profissionais e culturais para os seus funcionários, proporcionar acesso à educação, cultura, lazer e tecnologia e estimular o voluntariado são pequenos gestos com grandes impactos.
Você conhece o 1/1/1? Empresas como o Google, Salesforce.com e SaleSolution investem 1% do seu tempo, dinheiro e produtos em ações deste tipo, que tal?
É muito importante também uma mudança de cultura, visando não somente o lucro, mas, principalmente, a continuidade dos recursos para as gerações futuras.
Resumo da ópera: troque toda sua papelaria por papel reciclado ou de reflorestamento, mude seus eletroeletrônicos para os que proporcionem vantagem econômica e redução de consumo de energia, apoie e desenvolva programas sociais e de voluntariado na sua empresa, produza com qualidade e preço justo e, finalmente, o mais importante, divulgue com carinho e entusiasmo esta idéia. Só assim poderemos salvar o mundo, que, se não é o melhor planeta do universo, é o único onde tem chocolate. Pelo menos por enquanto.
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sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Dreamforce interview: Marc Benioff, CEO, Salesforce.com
Dreamforce interview: Marc Benioff, CEO, Salesforce.com
04-Nov-2008
Salesforce.com CEO Marc Benioff shares his thoughts on pure revenue models, evangelical sales and why SAP's pitch at Cloud Computing is the most horrible thing ever...

By Stuart Lauchlan, news and analysis editor
It's an increasingly stormy market out there. Why is Cloud Computing such a good thing in this economic climate?
Marc Benioff: These are difficult and unusual times. There's certainly a lot of fear out there. But our opinion is that there has never been a better time for Cloud Computing. If you need to lower your capital expenditure and lower your risks, then this is the time to do it. I have been very optimistic through this entire year and we haven't made any changes to our planning. People need solutions now that isolate them from risk.
I actually have a lot of empathy for our enterprise software peers because they don't have the opportunity that we have in having a full portfolio of revenues. Companies like Oracle and SAP are seeing big licence drop-offs. SAP has a hiring freeze and is contracting and when Oracle reports I wouldn't be surprised to see the same thing. When you're Oracle or SAP and the only tool you have is a hammer, then everything looks like a nail. We are far more flexible and adapatible. We have the power of elasticity.
"Business ByDesign is just horrible. I've never seen anyone do a worse job. SAP are doing a terrible, terrible, horrible job."Marc Benioff, CEO, Salesforce.com
We don't want to make a lot of material changes to our business. We're not making material changes to our pricing or to our acquisition strategy. We know exactly what kind of companies we are looking for and when we find them then we'll go for it. We don't want to change that strategy because market conditions mean there are some lower cost companies out there. We are very excited about CRM and about Cloud Computing and we don't think that because other things are cheaper it means we should change our strategy.
What I try to do with our company is to ensure that we have a very diversified revenue portfolio. I personally want to show the biggest and the smallest companies in the world that we have an offering for them. The Platform approach gives you the ability to have that portfolio. And you have to be a pureplay. You can't be gaming out the model with licence sales. You have to have a nice revenue curve based on a pure revenue model.
So you won't diversify into other areas, such as HR or accounting?
MB: We view ourselves as a distribution constrained organisation. If I'm jealous of SAP and Oracle for anything it is that they have sales forces in the tens of thousands. I need more sales people who can go and do evangalical sales for the future. If we decided to sell new categories of application then we would have conflict. That needs continuous funding. CRM and the platform are the two most strategic aspects of The Cloud and that's what we focus on. Now, do I want HR and accounting and MRP on my platform? Hell yeah! I just don't want to have to pay for that. I want other people to build it and sell it for me. We want them to build on our platform. If we try to be it all and do it all then we're like SAP trying to be everything. You have to choose your poison.
Marc Benioff, CEO, Salesforce.com
Are there plans to set up a data centre in Europe any time soon?
MB: We have a very different approach to our data centres. We run our own data centres. We have our two primary data centres in the US which handled 10 billion transactions for customers in the past quarter. Through our relationship with Citibank, we are now opening a data centre in Singapore and as part of our continuing evaluation we are looking at where we will place a data centre in Europe. We are also evaluating a data centre in Japan. Those will come about as and when they are appropriate for us.
We have continuous investment but we are not typical of other data centres. We have centres with 500 computers in them rather than 5,000 or 50,000. The reason we can do that is because we run applications that are written from the ground up for a multi-tenant environment, we're not running things that were just not written for The Cloud. We leave that to other people. The customer has the ability to expect a certain level of performance as a result.
Is Cloud Computing really a strategic purchase?
MB: It is important for vendors to give customers solutions that benefit both the customer and the vendor. You have to make a choice as a developer whatever you choose. Portability of code is just not something that we've gotten to as an industry. This is not a commodity product. You're making a strategic relationship decision so you need to look at your vendors deeply and choose what is the right thing for you. When customers bought Sybase or Oracle, they made a decision that was strategic to them as a developer. Our job is to make sure that you pick our platform as once you choose someone else's its practically impossible to get you off it.
Marc Benioff, CEO, Salesforce.com
Salesforce.com expanded its relationship with Facebook this week, but wouldn't LinkedIn be a more B2B-focused partner?
MB: We love LinkedIn and we love MySpace and you will see us work to things with them in the future. There is no reason why the same thing we've done with Facebook can't be extended to other social networks. But you want to start with the number one social network. They were ready technologically and philosophically so we didn't have to do any heavy-lifting. But we want to do other relationships as well. We don't want to take any particular religious decision in that respect, so you will see further announcements in those other areas.
Microsoft recently made its own Cloud announcements – are they becoming a greater threat?
MB: Microsoft is the largest software firm in the world so if you are in the software market you are competing against Microsoft. You are if you are Oracle or if you are SAP. The reality is that you just gotta take 'em on. What you have to do is create a more compelling customer proposition. Microsoft CRM does not run on an iPhone or a Blackberry. We run with Microsoft technology. We work with Outlook. We fully embrace Microsoft. If you go into their world, then you get locked out. They hate everybody; we love everybody. This is our core strategy. (I learned that from Larry Ellison!) When Azure or Azaboom or whatever it's called is finished I hope we see Microsoft standing on a stage at Dreamforce.
Microsoft kind of understands that they are way behind on Cloud Computing. They did not release technology with their latest announcement and it seems to be two years away. This is why Microsoft slows everyone down. It's them and nobody else. They use their monopoly to control the industry and keep us in a box. I have huge respect for Ray Ozzie and what he's doing at Microsoft is interesting up until the point when it becomes them and nobody else. That's how it used to be but not any more. There's a door open in a black room and developers are walking out into the light and we and Facebook and Google and Amazon are there to receive them.
What about Oracle? Larry Ellison doesn't seem to believe in Cloud Computing...
MB: Larry Ellison is my mentor. He is a tremendous leader in the industry. He still owns 5% of our company. He has been a huge believer and he is constantly giving us advice and support. Now that I've said that, he also studies the Art of War. He has not invested in Cloud Computing because that's just not his revenue model. His job at Oracle is to pooh pooh Cloud Computing. I understand that. But ultimately it doesn't matter what Larry thinks, it's what his customers think.
And SAP? You offered to let them build their own Business ByDesign SaaS offering on Force.com? Any interest?
MB: I've sent several emails, but they haven't been returned. They should use our platform and stop dicking around. Business ByDesign is a huge implosion! They have completely emasculated their customer base. They don't understand Cloud Computing. They should take a development team and develop and application on our platform. Why do they have to have their own platform? It doesn't make any sense. The most important thing on software is the internet. Maybe their new management team or whoever they have left will see that. But Business ByDesign is just horrible. I've never seen anyone do a worse job. They are doing a terrible, terrible horrible job. They should stop making Cloud Computing announcements.
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MyCustomer.com 04-Nov-2008
Story read 794 times
Salesforce.com se une ao Facebook e Amazon para criar aplicativos


Salesforce.com se une ao Facebook e Amazon para criar aplicativos
São Paulo - Empresa oferecerá ferramentas para a criação de aplicações que podem integrar rede social com serviços de cloud computing da Amazon.
A Salesforce.com anunciou nesta terça-feira (04/11) uma nova parceria, desta vez com o Facebook para o desenvolvimento de aplicações. O objetivo é oferecer às empresas a capacidade de criar ferramentas para interação com os usuários da rede social.
Com o acordo, desenvolvedores poderão usar as APIs do Facebook para desenvolver aplicações na plataforma Force.com, fornecida pela empresa. Assim, as empresas conseguem, por exemplo, criar um mecanismo de comunicação com seus consumidores que estão conectados à rede social.
Segundo Marc Benioff, CEO e chairman da Salesforce, o acordo com o Facebook não será o único a ser realizado por sua empresa com redes sociais. “Começamos com o Facebook por se tratar da maior, mas vamos fazer parcerias com outras redes”, afirmou o executivo, em coletiva realizada durante o Dreamforce, evento anual promovido pela companhia.
Além da parceria com o Facebook, a Salesforce também anunciou que firmou um acordo com a Amazon para permitir aos desenvolvedores construírem aplicações que usem os sistemas da empresa e os serviços de storage em nuvem fornecidos pela Amazon.
Para Benioff, apesar da crise, “nunca houve um melhor momento para o cloud computing”. Com os acordos e o lançamento de um serviço para a publicação de sites, o executivo acredita que a Salesforce fortalece sua plataforma de desenvolvimento para a computação em nuvem e ganha fôlego na disputa por este mercado.
Em relação ao recente lançamento do Azure, sistema operacional da Microsoft para Cloud Computing, Benioff foi categórico: “Eles (Microsoft) ainda não têm nada”, disse o executivo. “A Microsoft é a maior empresa de software do mundo e todo mundo compete com ela. Mas eles ainda têm a estratégia de fazer tudo sozinha e não compartilhar com o mercado. Isso não é o futuro”, declarou o CEO.
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Administrar na crise é como dirigir na chuva
Estamos ainda respirando os ares do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula Um, e não consigo falar sobre F1 sem lembrar o nosso ídolo maior neste esporte, Ayrton Senna. Uma das coisas que mais admirava nele era a capacidade que desenvolveu para dirigir muito melhor que qualquer outro piloto em dias de chuva. Isto foi um diferencial importante para a conquista de várias pole positions, corridas e alguns títulos mundiais. Isso em um ambiente notoriamente complexo e altamente competitivo.Somente estes investimentos e sua correta execução podem imunizar uma empresa para as próximas crises, tirando-a do inferno da crise e levando-a para o paraíso das oportunidades. Administrar na crise é como dirigir na chuva: se você acelerar muito, perde o controle e bate; se frear bruscamente, derrapa – e bate! Só nos resta recomendar muita preparação, atenção redobrada, fé em Deus e pé na tábua!
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
SaleSolution distribuirá produtos Salesforce

PLANTÃO INFO / 10/2008 / TI
SaleSolution distribuirá produtos Salesforce
Terça-feira, 21 de outubro de 2008 - 17h54
SÃO PAULO - A consultoria brasileira de equipes de vendas SaleSolution fechou acordo para distribuir ferramentas da gigante Salesforce no Brasil.
Com o acordo, a SaleSolution vai explorar os produtos de gerenciamento de clientes (CRM) e controle remoto de equipes de vendas da multinacional junto a seus clientes corporativos no Brasil.
Ao anunciar o acordo, a SaleSolution exibiu dados da IDC que apontam forte crescimento do mercado de ferramentas CRM no Brasil e América Latina.
A IDC estima que as empresas de TI do continente vão gastar, por ano, US$ 81 milhões com CRM até 2010.
A expectativa da consultora brasileira é vender os produtos Salesforce para pequenas e médias empresas no Brasil.
No mundo, os produtos da Salesforce se tornaram conhecidos por oferecer soluções de gestão de relacionamento com clientes sob demanda via internet.
A Salesforce diz ter um milhão de clientes corporativos em sua carteira. Com a parceria, a Salesforce espera atingir capilaridade no mercado de TI brasileiro.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
O MUNDO É UM MOINHO!

Ainda é cedo amor Mal começaste a conhecer a vida Já anuncias a hora de partida Sem saber mesmo o rumo que irás tomar Preste atenção querida Embora eu saiba que estás resolvida em cada esquina cai um pouco tua vida Em pouco tempo não serás mais o que és Ouça-me bem amor Preste atenção o mundo é um moinho Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos Vai reduzir as ilusões a pó Preste atenção querida De cada amor tu herdarás só o cinismo Quando notares estás à beira do abismo Abismo que cavaste com os teus pésquinta-feira, 9 de outubro de 2008
YOM KIPUR II
YOM KIPUR - Dia do Perdão
Dia do Perdão
Durante um longo ano comete o homem toda sorte de erros, atropelos, voluntários, involuntários. O processo da teshuvá (arrependimento, retorno ao bem) não poderá realizar-se magicamente em um dia. A tradição judia coloca ao mês de EluI, último do ano, como prefácio para ir preparando o homem para a reflexão profunda, até o grande caminho interior. Cedo, nas manhãs de Elul se ouve o som do shofar: Desperta povo!
Uma semana antes de Rosh Hashaná, também durante a madrugada, se dizem as orações que se chamam "selichot" - perdões). O 1º de Tishrei é o grande dia, a base para um ano novo e um novo ano de vida. Depois seguirão nove dias até o dia do perdão. Dez dias, para aprofundar-se dentro de si, afastar o mal, aproximar o bem. O processo chega a sua culminância no dia 10º de Tishrei : Yom Kipur.
A expiação, Kipur, na raiz hebraica, refere-se ao "que cobre", ou seja, o castigo que envolve o ato perverso. Tudo o que se pode anular, deter ou parar é o castigo; mas não o ato cometido; esse ato está aí e a única maneira de superá-la é através de uma transcendental modificação da conduta pessoal posterior. Os atos são do homem, seguirão sendo dele, e a conseqüência, sua responsabilidade. Deus pode apagar o castigo, não o ato. O jejum - que acompanha todo o dia do perdão - por sua parte não faz milagre. O jejum do dia não sacrifica nada a favor de Deus, sendo que tal idéia seria eminentemente pagã. O que faz é reconcentrar o homem em seu espírito, afastá-lo, por algumas horas, da servidão do homem ao corpo e a suas necessidades.
Observa-se também que as más ações ou transgressões têm duas polaridades: uma do homem em relação ao homem e a outra, do homem em relação a Deus. A primeira é a da vida diária, exterior, social e inter-humana. A outra, do âmbito da alma, é o segredo da consciência. A primeira é coisa de homens, e os homens têm de resolvê-la: "As transgressões que vão de homem a homem, não são expiadas pelo Yom Kipur, se antes não forem perdoadas pelo próximo ".
Daí que se costuma pedir previamente o perdão de nossos semelhantes, se eles não perdoam, Deus não poderá intervir.
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DRIBLE NO DEPARTAMENTO DE TI
Drible no departamento de TI
| 03.04.2008
A transformação do software em serviços prestados pela internet traz a agilidade e a simplicidade da web para os programas corporativos
Fabiano Accorsi

Hospital das Clínicas, em São Paulo: software sem burocracia
Por Camila Fusco
EXAMEEncomendar um software ao departamento de tecnologia costuma envolver uma boa dose de burocracia na maioria das empresas. E não se trata de pura implicância das áreas que pedem os sistemas. Segundo estatísticas dos especialistas americanos Bryan Maizlish e Robert Handler, depender da tecnologia é mesmo uma etapa irritante: 72% dos projetos atrasam, estouram o orçamento ou ficam incompletos. O processo tradicional começa com a aprovação de compra ou desenvolvimento e passa pela elaboração de um documento exaustivo de requerimentos técnicos, testes, eventuais compras de hardware -- até que, finalmente, o programa esteja disponível para uso. Mas existe também a alternativa da web. Com a popularização do modelo de software como serviço, basta entrar numa página da internet, sacar um cartão de crédito e pronto: o programa pode ser usado instantaneamente. Não há necessidade de treinamento profundo, manutenção nem extensos períodos de implantação. No Hospital das Clínicas, em São Paulo, mais de 100 pesquisadores utilizam um software de estatísticas que roda inteiramente na web. "Cada área pode usar seu orçamento da maneira que desejar", diz Marcio Biczyk, diretor de tecnologia do hospital. "E isso quer dizer descentralização e agilidade." É claro que não significa uma sentença de morte para o departamento de tecnologia -- apenas um uso mais racional de seus recursos.
A consultoria Gartner batizou o fenômeno de "consumerização" das aplicações empresariais. Os grandes sistemas usados por uma companhia, como o de gestão empresarial, devem continuar no modelo tradicional de compra de licença e implementação complexa. Mas necessidades localizadas serão cada vez mais oferecidas pela internet. O mercado mundial para esse tipo de aplicação ainda é pequeno, embora cresça rápido. Os 5,1 bilhões de dólares movimentados no mundo no ano passado devem saltar para 11,5 bilhões em 2011 -- cerca de um quarto do total das vendas de software corporativo. Na construtora Gafisa, a área de vendas precisava de um software para administrar o relacionamento com clien tes. A idéia era permitir que os vendedores tivessem um controle efetivo das visitas e os contatos sempre à mão. Sob o comando do diretor de vendas de novos canais, Ademar Guedin Júnior, a empresa fechou contrato no início do ano com a Salesforce.com para que 200 funcionários da área usem o software fornecido via internet. O departamento de tecnologia foi envolvido apenas para fazer pequenas ligações com os demais sistemas. Esse é o modelo do departamento de tecnologia do futuro, na avaliação do Gartner. Ele deixará de cuidar de questões técnicas, como a manutenção de hardware e software -- que consome hoje até 80% do orçamento tecnológico --, para assumir um perfil estratégico.
| Custo médio de uma cirurgia de Safena | |
| Mercado mundial de software como serviço nas empresas | |
| (em bilhões de dólares) | |
| 2006 | 4,2 |
| 2007 | 5,1 |
| 2011(1) | 11,5 |
| (1) Projeção Fonte: Gartner | |
A popularização do software como serviço nas empresas não está fundamentada apenas em vantagens como corte de custos e flexibilidade, mas especialmente na mudança de comportamento de quem o utiliza. Todo usuário de um software empresarial também navega na internet. Faz compras em lojas de comércio eletrônico, buscas no Google e troca mensagens em programas como o Windows Live Messenger. Por que não ter a mesma comodidade e rapidez com os sistemas corporativos? A Datasul, uma das maiores produtoras de software de gestão empresarial, começou um esforço que envolve a empresa toda para melhorar a "ergonomia" do software, diz Jorge Steffens, executivo-chefe da empresa. Ele próprio lançou um blog para debater o assunto com programadores, designers e especialistas em usabilidade. Para Steffens, essa mudança é uma das mais importantes transformações da história da indústria do software. A alemã SAP também dá prioridade ao tema e passou a exigir de seu time de design -- composto de 40 pessoas -- a visão centrada no usuário. Zia Yusuf, vice-presidente mundial de inovação e ecossistemas, coordena pessoalmente a tarefa de fazer esses profissionais ir a campo e dialogar com os clientes sobre sugestões para tornar mais simples o colossal ERP, recheado de complexas funções, comandos e telas.
O modelo almejado por todos é o da empresa americana Salesforce. Fundada por Marc Benioff, a empresa foi a primeira a desenhar toda a sua estratégia na entrega de software pela web. Hoje, a Salesforce tem quase 40 000 empresas como clientes e mais de 1 milhão de usuários. Além dos próprios aplicativos, a companhia criou um portal que serve como central de distribuição: desenvolvedores de todo o mundo podem colocar seus programas à venda no site da Salesforce. A Datasul foi a primeira empresa da América Latina a fazê-lo. Os serviços online têm muitas vantagens para clientes e usuários pelo mundo afora, afinal reduzem a complexidade e os custos. Para quem está no negócio de software, porém, a conta não é tão simples. No modelo tradicional, paga-se pelas licenças de uso e pela manutenção e pelas atualizações de versão. No modelo de serviços, a única receita existente é a da assinatura mensal. Os custos de infra-estrutura também crescem com o aumento de clientes -- enquanto numa companhia tradicional eles ficam diluídos quanto melhores forem as vendas. Mas a demanda por simplicidade não vai diminuir, muito pelo contrário. E, se isso significa uma mudança radical na indústria de software, alguns competidores já largaram na dianteira.
| TI não precisa saber | ||
| O software como um serviço online permite que áreas de negócios das empresas contratem sistemas via internet — sem depender do departamento de tecnologia.Veja as principais diferenças para o software tradicional | ||
| Software tradicional | Software como serviço | |
| Compra | A empresa compra uma licença de uso do software para cada um de seus usuários e paga integralmente por elas | Não há aquisição do software. A empresa paga por mês pelo aluguel com base no número de usuários |
| Acesso | O software fica instalado no servidor da empresa e os dados só podem ser acessados dos computadores ligados a ele | O sistema é hospedado no servidor da fabricante do software e o acesso é feito via internet, de qualquer lugar |
| Atualização | É necessário o apoio do departamento de tecnologia para fazer migrações de versões e de dados. Geralmente se paga por novas licenças | A atualização do software é feita pelo fornecedor via internet e o usuário não faz a migração de dados e não paga por isso |

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segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
The New Networking: Redes de Relacionamento Profissional
The New Networking: Redes de Relacionamento Profissional
Marco Leone Fernandes
Atualizado em 03/09/2008
Hoje em dia, um grande dilema para todas as empresas é saber o quanto vale a pena participar de ações de relacionamento ou, ainda, como medir o retorno sobre este tipo de investimento. É difícil e perigosa a arte de transformar redes sociais em negócios.
Num mundo de vendas complexas e de mercados competitivos, o relacionamento executivo exerce um papel fundamental. A oportunidade de estar diante de um tomador de decisões ou de um importante influenciador em um ambiente informal e descontraído pode valer muito. Mas tudo vai depender da sua habilidade de gerar reciprocidade e de respeitar os tênues limites que separam o sucesso de um definitivo desastre.
Aproveitar esses raros momentos implicará na sua capacidade de se aproximar sem ser invasivo e inconveniente. E isso sempre exige preparação e muito bom senso. É preciso ter em mente que as pessoas são movidas pelos seus próprios interesses, que incluem fazer negócios e construir bons relacionamentos para si próprios e para as suas empresas.
A chave do sucesso neste tipo de contato é descobrir como seus interesses combinam ou divergem com os do outro. Desta forma, não se deve pensar na venda, mas sim, em como é possível ajudar essas pessoas a melhorarem o negócio delas. O grande fiel da balança neste jogo é a sua reputação. Ninguém está interessado em se relacionar com alguém desonesto, antiético ou cujo objetivo é somente tirar vantagem no curto prazo. Ao contrário, as pessoas estão inclinadas a investir em relacionamentos duradouros, que proporcionem valor para as duas partes. A construção deste tipo de credibilidade começa com uma regra simples: seja sempre você mesmo!
Não bajule, nem faça falsos elogios. Procure ter genuíno interesse pelas pessoas, por suas empresas e pelos problemas delas. Nunca se atreva a querer fazer ou resolver algo sobre o que você não tem conhecimento. E, finalmente, lembre-se do ditado: você não terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão. Mas não se assuste com essa máxima! As pessoas presentes a um evento de networking têm os mesmos objetivos que você: se relacionarem comercialmente, abrirem portas, aprenderem e dividirem seus problemas e soluções com seus pares, além de imprimirem sua imagem pessoal para futuras oportunidades de carreira. Sendo assim, as possibilidades de integração são altas e com pouco esforço podem ser concretizadas.
Quando você se questionar sobre o poder dos relacionamentos pense nas seguintes questões: como foi que você obteve seu primeiro emprego? E o último? E seu casamento? E os melhores negócios que você fechou nos últimos três anos? A grande maioria das vezes foi por meio de relacionamentos fortemente estabelecidos e da sua reputação.
O universo executivo está repleto de redes para networking, entre elas as redes entre pares, que permitem a troca de experiências coletivas em um ambiente seguro, e as redes de relacionamento organizacional, que sempre são diferentes das que são apresentadas no organograma oficial da empresa. As redes profissionais e sociais na Internet tomaram uma enorme proporção; hoje somente Plaxo e Linkedin atingiram juntas mais de 45 milhões de usuários registrados e têm sido usadas para reconectar profissionais que trabalharam juntos, buscar referências, oportunidades de emprego e de negócios. Mas não se esqueça, nada substitui o contato pessoal.
Em resumo, a construção de relacionamentos profissionais não ocorre por acaso. Exige consciência, estratégia e planejamento.
Marco Leone Fernandes é sócio-diretor da SaleSolution. É administrador de empresas com MBA pela FGV, possuindo vários cursos de especialização em negócios no Insead, Wharton Business School e Harvard Business School.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Salesforce.com "glengarry glenross comedy "
Cuidado com os "velhos gerentes de vendas"...
O mundo mudou, e como sempre para a melhor!
Conheça mais sobre o www.salesforce.com
um abraço,
Leone
terça-feira, 12 de agosto de 2008
A gênese da necessidade
Por Marco Leone Fernandes
Na vida de um vendedor corporativo, muitas vezes ele se pergunta por que perdeu uma venda. Infelizmente, a resposta escolhida é, quase sempre, a errada. Analisando relatórios de “justificativa de perda de negócios” (sim, deveríamos fazê-los sempre), percebemos que os vilões escolhidos giram em torno do menor preço da concorrência, características específicas que só o produto ou serviço concorrente possui ou, ainda, a melhor reputação de um seleto competidor. Em resumo, muito mais mérito do outro do que falha de quem perdeu a venda.
Pois saibam que quando fatores como preço ou características decidem uma venda, ela já pode ter sido perdida há muito tempo atrás. Isto porque existe um momento no qual uma necessidade é descoberta ou estimulada: a sua gênese. É ai que podemos ganhar ou perder uma venda.
No campo das relações humanas é comum estudar-se as motivações básicas que promovem a gênese de uma necessidade. Um excelente exemplo disso é a Teoria da Estrutura do Intelecto do Prof. Joy Paul Guilford (1897-1988). Em sua teoria, Guilford estrutura o funcionamento do cérebro humano, organizando-o em três dimensões intelectuais: operacional, de conteúdo e de produtos. Do ponto de vista de vendas, vale a pena prestar atenção a três processos intelectuais pertencentes à dimensão operacional: a cognição, a divergência e a convergência.
É na fase da cognição que ocorre a gênese da necessidade. Nela, você terá a oportunidade de compreender ou despertar uma necessidade de seus clientes, levando-os a entender melhor seus problemas ou oportunidades, além de visualizar potenciais soluções. Para isso, é fundamental preparar com antecedência as potenciais perguntas que poderão ser utilizadas durante seu contato ou visita de vendas.
No momento da produção divergente, o seu cliente estará descartando informações. É aí que você terá a oportunidade de apresentar informações sobre seus produtos e serviços. Mas, atenção: somente aquelas totalmente aderentes às necessidades identificadas ou despertadas na fase de cognição. Nesta fase, a diferenciação percebida em suas ofertas será fundamental para que ele forme um cenário positivo em relação a você, sua empresa e seus produtos ou serviços. Se isto ocorrer, esta diferenciação servirá para que ele peneire as informações obtidas de seus concorrentes, mantendo as suas e descartando as deles.
No momento da produção convergente ocorrerá a decisão do seu cliente, ou seja, será escolhida a solução que ele julga atender melhor as necessidades anteriormente despertadas. Se você conseguiu identificar ou ativar corretamente essas necessidades, se você ofereceu uma solução diferenciada e aderente e se o seu cliente está disposto a assumir compromissos com você, muito provavelmente você ganhará essa venda.
Curiosamente, é somente após o cliente ter visualizado uma solução e necessitar de mais informações para racionalizar uma decisão emocionalmente já tomada que vendedores não capacitados costumam “identificar” uma oportunidade de negócio. E por estar atrasado, sua empresa terá que gastar uma infinidade de recursos para disputar num campo já minado. Aumentam-se violentamente os custos da venda, criam-se “forecasts” que nunca serão realizados e se reduz a qualidade dos “pipelines” de vendas.
Estar bem preparado para semear necessidades requer capacitação, profundo conhecimento de suas ofertas e uma boa dose de “relacionamento executivo”. Mas isto, vamos deixar para uma próxima conversa.
SaleSolution Desenvolvimento de Vendas
Veja outros artigos
sábado, 26 de julho de 2008
Marco Leone, ex-diretor geral da CA, entra de sócio na SaleSolution
Leone entra na empresa como sócio e tem como meta expandir a companhia territorialmente, inclusive para o exterior.
Ouça agora a entrevista.
Marco Leone, ex-presidente da CA, entra na SaleSolution
Plano Editorial
por Marcio Simões
Marco Leone, ex-presidente da CA, entra na SaleSolution...
Assim que deixou a CA, em setembro de 2007, Marco Leone Fernandes contratou uma empresa de recolocação de executivos e passou os nove meses seguintes refletindo sobre os 20 anos de carreira, pensando no que queria da vida e estudando as alternativas. Foi até passar umas semanas na Harvard Business School. Na terça-feira, 1º, anunciou o resultado: comprou 50% da SaleSolution, empresa fundada por Renato Antonio Romeo, ex-IBM.
Na SaleSolution, Renato Romeo treina executivos e vendedores. Depois do treinamento, seus alunos devem ser capazes de montar departamentos de vendas mais eficientes e previsíveis. Até agora, a SaleSolution já treinou 7 mil pessoas — inclusive da Claro, da Contax, da Enterasys Networks, da Furukawa, da Oi. Romeo continua criando cursos, cuidando do treinamento e entregando gente treinada para os clientes. Marco Leone assumiu o futuro da SaleSolution.
>> vendas com método - II
... porque as empresas agora exigem uma área comercial previsível.
Leone tem usado métodos para planejar o crescimento da empresa ano a ano. Por enquanto, já chegou a dezembro de 2009. Está montando um mapa das iniciativas, com prazos e investimentos: para crescer, a SaleSolution vai fechar alianças com outras empresas do ramo (inclusive do exterior), vai abrir escritórios em outras cidades do Brasil e da América Latina, vai adotar novos métodos e processos para atender os clientes, vai instalar sistemas de informática, vai ampliar o portfólio de produtos e serviços, vai contratar o serviço regular de auditores externos (para atrair investidores estrangeiros). “Estou muito animado”, diz Leone. “As empresas agora exigem uma área comercial melhor, mais transparente e mais previsível.” Recentemente, a SaleSolution treinou o pessoal da Bayer Agribusiness e o da Rapidão Cometa. Há uns poucos anos, empresas assim não contratavam o tipo de treinamento vendido pela SaleSolution.
No final de 2007, Renato Romeo publicou um livro, o Vendas B2B. Marco Leone leu os originais, como um favor a um amigo. Gostou do que leu, e já em janeiro os dois conversaram sobre a possibilidade de virar sócios.
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SaleSolution inicia atuação como canal de software
Também como parte do novo modelo, que deve gerar crescimento de até 600% no faturamento, a consultoria já visualiza a possibilidade de criar franquias de treinamento em vendas complexas e estuda acordos internacionais.
Tatiana Americano, da Channel World
publicado em 24/07/2008
Reconhecida pela oferta de treinamentos na área de vendas complexas, a consultoria SaleSolution divulga uma agressiva expansão de suas atividades no mercado e que reflete a chegada de Marco Leone Fernandes (ex-presidente da CA) como sócio da empresa, fundada em 1998, por Renato Romeo. Na prática, a companhia trabalha com a meta de, em 30 meses, alcançar um faturamento quatro a seis vezes maior do que o atual.
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"Queremos consolidar o que a SaleSolution sempre fez bem, ou seja, oferecer capacitação para profissionais que atuam com vendas complexas, mas ampliando nosso portfólio", cita Fernandes. Nesse sentido, ele anuncia que a consultoria firmou um acordo para atuar como canal da Salesforce.com na área de CRM (Customer Relationship Management). "A SaleSolution sempre foi muito focada na oferta de processos e de capacitação das pessoas, mas as próprias empresas solicitavam tecnologias que suportassem as vendas", afirma Romeo, ao justificar o posicionamento.
Também na linha de parcerias, a consultoria divulga que firmou acordo com um fornecedor de solução para e-learning e no qual a SaleSolution deve operar tanto como canal de venda da tecnologia, como planeja utilizar a plataforma web para fornecer treinamentos online para seus clientes. E, de acordo com Fernandes, um terceiro alvo de atuação da consultoria envolve a área de BI (Business Intelligence). "A minha experiência na CA e a do Romeo na IBM nos permitem ter uma visão diferenciada do papel de um parceiro de software", aponta o novo sócio.
Outro pilar da expansão dos negócios da empresa envolve um reforço na equipe focada em treinamentos e capacitação no modelo de vendas complexas. Nesse sentido, Fernandes avisa que, em breve, a companhia deve anunciar a contratação de profissionais renomados no mercado de TI e que vão ajudar a consultoria a disseminar suas ofertas a um número maior de clientes. "E no futuro, podemos até transformar nosso modelo de treinamento em franquias", pontua o executivo. Ainda segundo ele, seria uma iniciativa ainda inédita nesse segmento no País.
Por fim, dentro da estratégia de crescer suas atividades, Romeo admite que a companhia já estuda formas de iniciar operações no mercado internacional, a partir de parcerias.
terça-feira, 1 de julho de 2008
MARCO LEONE FERNANDES torna-se sócio da SALESOLUTION Desenvolvimento de Vendas.
MARCO LEONE FERNANDES torna-se sócio da SALESOLUTION Desenvolvimento de Vendas.
O executivo que comandou a CA do BRASIL (ex-Computer Associates) no período de 2002 a 2007, é administrador com MBA pela FGV-SP, tendo concluído cursos de especialização em negócios no INSEAD , WHARTON e HARVARD Business School, contando mais de 20 anos de experiência no mercado de TI, onde já ocupou várias posições gerenciais na área comercial.
Leone será responsável pelas áreas de Planejamento Estratégico e Comercial, e dentro dos seus planos está a ampliação do portfólio de produtos, a criação de alianças estratégicas, e a internacionalização da empresa.
“Neste momento em que a governança corporativa exige cada vez mais transparência e previsibilidade nos negócios, a adoção de metodologia, de processos, e melhores práticas na área comercial, garante um aumento substancial e consistente de resultados.”, afirma.
“A Salesolution possui um portfólio completo e diferenciado para atender seus clientes que atuam no mercado corporativo (B2B), visando promover a ampla preparação da equipe comercial e os ajudando na superação de suas metas”, finaliza o executivo.
A SaleSolution, primeira empresa de desenvolvimento de vendas do Brasil, desde 1998 já treinou mais de sete mil profissionais e tem por objetivo capacitar as organizações que atuam em mercados complexos e de alta competitividade, tendo dentre os seus clientes: Dell, Microsoft, Oracle, HP, ADP, T-Systems, Oi/Telemar, Marconi, Claro, Monsanto, Novartis, Syngenta, Rápidão Cometa e Bayer entre outras .
O site da empresa é www.salessolution.com.br
MARCO LEONE FERNANDES
tel.: +5511 38643956 / cel.: +5511 81332775
SaleSolution Desenvolvimento em Vendas
WWW.SALESOLUTION.COM.BR
EMAIL.: LEONE@SALESOLUTION.COM.BR
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Distopia, teletela, novilíngua, duplipensar e Geoge Orwell, Alemão, Siri, Natália, Juliana e Jaqueline no BBB8


Neste período tenho podido fazer muitas coisas que antes tinha pouco tempo para fazer, como aprender golfe, ler e ver televisão. Considero-me uma pessoa razoavelmente culta e medianamente inteligente, e estes dias na Harvard Business School têm aguçado ainda mais a minha curiosidade e reflexão, contudo a minha vocação para “voyeur do sofá” é muito estimulada pelo "Grande Irmao", o que me faz assisti-lo regular e compulsivamente, apesar das vaias e o escárnio público a que sou submetido com a mesma regularidade pela Tania, minha mulher...
Pelos números impressionantes de audiência no mundo inteiro, até hoje já aconteceram mais de 200 edições do programa , tudo aquilo que compõe a chamada “massa ignara” tem me acompanhado nesta jornada.
Muito intrigante...Foi aí que decidi ir um pouco mais fundo em algo que muita gente sabe, mas pouca gente conhece, o que um livro escrito em 1948, ainda sobre influência da segunda guerra mundial e o programa mais controverso da televisão mundial, o Big Brother, tem verdadeiramente em comum.E por incrível que pareça, e por mais profético e patético que pareça, os dois têm muito em comum!
Muito do que está aqui, veio dos sites das empresas citadas e da Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Romance foi escrito em 1948 (daí o titulo do livro, 48 invertido) por George Orwell, e Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é considerado uma distopia (futuro imaginado, mundo paralelo) literária, retratando uma sociedade dominada por um governo totalitário, onde o Estado onipresente está disposto a manipular as massas através de um regime ditatorial que tem o poder até de criar uma nova lingua (novilingua) incapaz de expressar críticas ao atual regime e palavras tais como duplipensar que expressa a contraditória situação de duplicidade de pensamentos,saber que está errado e se convencer que está certo, como dois e dois são cinco...nesta mesma linha, não é difícil imaginar do que tratam os ministérios da Fartura, da Paz, do Amor e da Verdade neste governo! No livro, Orwell expõe uma teoria da Guerra. Segundo ele, o objectivo da guerra não é vencer o inimigo nem lutar por uma causa. O objetivo da guerra é manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. A guerra serve para destruir os bens materiais produzidos pelos pobres e para impedir que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça aos poderosos.
clique aqui para : Resumo do Livro 1984
Inspirado e adaptado no livro, O filme é um misto de Drama e Ficçaõ Científica, curiosamente produzido e filmado em 1984 e dirigido por Michael Radford, tinha no elenco Richard Burton e John Hurt. Após a guerra nuclear, um partido totalitário domina a OCEANIA e passa a ter controle sobre todos os cidadãos, através de “teletelas” que são na verdade cameras bi-direcionais (como assim Bial...).Nada escapa aos olhos e ouvidos do Big Brother...!
http://www.trailerfan.com/movie/nineteen_eighty_four/trailer
Clip do filme
Big brother e Endemol
http://www.endemol.com/Uploads_com/2006%20results%20-Analyst%20Call%2022%20February%202007-%20Final.pdf
O Big Brother Brasil (BBB) é um reality show da Rede Globo que teve a sua primeira edição realizada em 2002.É a versão brasileira do reality show Big Brother, que teve a sua primeira edição realizada em 1999 na Holanda.A endemol foi fundada em 1994 por John de Mol e Joop van den Ende, derivando o nome da empresa dos sobrenomes dos fundadores (Joop van den Ende, John de Mol). Um dos maiores êxitos da empresa foi o reality show Big Brother, que ganhou diversas versões pelo mundo depois da original holandesa. Porém, o formato mais lucrativo foi o Deal or No Deal que já foi vendida para mais de 100 países, incluindo o Brasil, onde é exibida com o nome Topa ou não Topa e Portugal como Pegar ou Largar.
Em 2000, a Endemol foi vendida para a corporação espanhola de telecomunicações e mídia Telefónica por € 5.5 bilhões. Em novembro de 2005, 25% da Endemol se tornou pública e desde então está listada no Euronext através da sigla EML. Em 14 de maio de 2007 os 75% restantes foram comprados por um consórcio, Edam Acquisition, liderado pela Mediaset, companhia da família de Silvio Berlusconi, onde grande parte das ações é de propriedade de John de Mol, fundador da Endemol[1]. Em 6 de agosto de 2007, o consórcio anuncia que agora detém 99,54% da Endemol, depois de uma oferta para comprar as partes restantes em 3 de agosto de 2007. Na ocasião Edam Acquisition disse que vai pedir que a Endemol saia da Euronext[2].
No relatório final de 2006 (pdf acima) faturou mais de 1 Bilhão de Euros e o valor de mercado na época da aquisição pela Edam foi de 3 bilhões de Euros, bom negócio...
Resumo da Opera :
As grandes massas continuam sendo manipuladas e influênciadas pela mídia, e realmente é muito nocivo ao cidadão comum ter este tipo de entretenimento como uma fonte de lazer e cultura, pessoas com melhor acesso a outras fontes de informação estão de certa maneira vacinadas contra o Febeapá (festival de besteiras que assola o país), como diria o saudoso Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto), apesar de de alguma forma serem influênciados mesmo que inconcientemente por ela.
Outra ironia, o último ganhador do BBB, o Diego (alcunha Alemão), acabou sendo perdoado por milhões de mulheres, de todo o comportamento cafajeste que teve no programa, pois demonstrou o seu amor publicamente a despeito do que poderia sofrer, tal qual Winston em 1984, que ao final não resite, trai, e cedendo aos poderes do Grande Irmão, têm por seu amor uma conveniente indiferênça...
O que me preocupa mesmo é o seguinte, vejam o que alguns jovens responderam no site do Yahoo:
Extraido do site Yahoo, sessão de repostas...
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070308181139AAlsgcJ
Perguntas respondidas / Qual é a origem do nome "Big Brother" só sei que nada tem haver com irmão?
Pelo que eu entendi das poucas vezes, o irmão seria o que vc tivesse mais afinidade, aquele que te salvaria lá dentro, ou seja, quem tá de fora!!! é brother não no sentido de irmão biológico, mas na gíria!!!! mas o opinião do Webmaster é fera!! (Elio)
Bem significa Grande irmão!Mais eles não parecem ser irmão! (Sil)
Ulisses,realmente de Big Brother (Grande irmão)No programa que se denomina BBB, nada tem de Grande irmão.É bom meditar sobre isso senão ficaremos com uma lembrança de que Big Brother é só um querendo engolir o outro, e fofoca pra todo lado ai ai ai vichiiiiiiiiiiii
(Garotinha do Papai)
Se você está rindo neste momento, o nosso problema é ainda mais sério do que pensamos...pois isto sim é muito triste...
Um abraço à 5 graus Celsius negativos...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
É claro que meus filhos terão computadores, mas antes terão livros...

Praticamente nasci e cresci no meio de jornais, revistas e livros...filho de jornaleiro que sou, dos gibis, passando por álbuns de figurinhas e coleções encadernadas fui me acostumando com o papel e o cheiro de tinta, e mais até do que ler, gosto mesmo da companhia dos livros, e isto se vê nas grandes estantes que sempre me acompanharam por onde eu moro.
Ha poucas coisas mais prazerosas para mim, hoje em dia, do que visitar livrarias e revistarias ao redor do mundo.
O nosso Brasil, graças à Deus, também inaugurou as suas e a qualquer hora do dia, maiores ou menores cada uma tem seu charme e função.
No Rio de Janeiro recomendo duas: a Revistaria (no Rio, é banca de jornal mesmo...) Letras e Expressões do Leblon, além de um acervo diferenciado de Cd´s, Dvd´s e revistas importadas, todos os Best Sellers podem ser encontrados lá.O horário de rush, por incrível que pareça, é sábado após a meia-noite, hora inclusive onde é muito comum encontrar com Camila Pitanga,Dani Carlos ou Lázaro Ramos entre outros anônimos não menos especiais. http://www.letraseexpressoes.com.br/ e a livraria ARGUMENTO no shopping LEBLON é uma das mais completas e agradáveis, com destaques para as sessões de Artes e Culinária.O acervo é de fácil acesso e de altíssima qualidade sem falar que o pequeno restaurante no mezanino, apesar de ter um serviço apenas razoável serve ótimos sanduíches. www.livrariaargumento.com.br/
A Livraria CULTURA no conjunto nacional, com fama de maior da América Latina é a verdadeira Meca das livrarias, lá encontra-se de tudo, e grandes coleções de áudio-books e livros em vários idiomas. http://www.livrariacultura.com.br/ .
Todas obviamente possuem opções on-line, somam-se a estas El ateneo http://www.elateneo.com/ em Buenos Aires, ou a Shakespeare and Co., de Paris http://books.guardian.co.uk/top10s/top10/0,,1659513,00.html .Para esgotar o assunto o jornalista e especialista Jeremy Mercer publicou no The Guardian em uma lista das melhores livrarias do mundo na sua opinião, a lista está abaixo e para ter acesso aos comentários do próprio jornalista, basta acessar o site: http://books.guardian.co.uk/top10s/top10/0,,1659513,00.html
1. Atlantis Books, Oia, Santorini Island, Greece
2. Shakespeare and Co, 37 rue de la Bucherie, Paris, France
3. bookartbookshop, 17 Pitfield St, London, UK
4. Clovis Press, 229 Bedford Avenue, Brooklyn, New York, US
5. Calder Bookshop, 51 The Cut, London, UK
6. La Bouquinèrie, 88 La Canebiere, Marseille, France
7. City Lights, 261 Columbus Avenue, San Francisco, US
8. This Ain’t The Rosedale Library, 483 Church Street, Toronto, Canada
9. Abbey Books, 29 rue de la Parcheminerie, Paris, France
10. Compendium Books (now closed), 234 Camden High Street, London, UK
Não poderia encerrar este post sem falar no lugar mais bonito e criado exclusivamente para leitura que temos como herança dos nossos amigos Portugueses trata-se do O Real Gabinete Português de Leitura, tradicional biblioteca e instituição cultural lusófona, localiza-se no centro da cidade do Rio de Janeiro, na Rua Luís de Camões 30, no centro do Rio, site do wikepedia com todos os detalhes.A foto que ilustra o post é de la´. http://pt.wikipedia.org/wiki/Real_Gabinete_Portugu%C3%AAs_de_Leitura
Agora, se você realmente necessita, precisa se atualizar profissionalmente, na área de administração e não têm tempo para ler todos os Best-seller que todos comentam, uma alternativa são os sites que sumarizam estes livros em resumos de 5 a 12 páginas, em vários formatos de arquivos, que pode te dar uma boa noção sobre os conceitos mais importantes que o livro traz.
Como a maioria deles gira em torno de um único conceito, estes resumos por vezes, têm o mesmo resultado prático embora realmente não seja a mesma coisa.Os citados aqui possuem opção de free de baixar alguns resumos grátis para avaliação.Infelizmente os dois em inglês e sem similar a altura ainda no Brasil. http://www.summaries.com/ http://www.bizsum.com/
Para encerrar uma frase sobre livros de ninguém menos do que Mr Bill Gates, muito apropriado para este post...
"É claro que meus filhos terão computadores, mas antes terão livros."
(Bill Gates)
Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o meio ambiente
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
MOMA
A luminosidade de uma cena noturna é impressionante, apesar de ser um quadro relativamente pequeno 73 cm x 92 cm, mas mesmo em uma esquininha escondida do museu rouba a atençao de quem passa.
O mais engraçado, é que para mim este quadro, mal comparando, é tal qual um video-clipe, pois têm trilha sonora na minha cabeça, o compositor Don McLean homenageou o pintor atravéz da sua obra preferida, com a música Vincent (1971) música que é muito lembrada até hoje. Vale a pena tanto o museu, quanto a música.
Ah, a foto foi tirada por mim com uma Cannon Rebel-XT, sem flash.
Como bonus uma apresentação muito bonita sobre o pintor.
Lyrics and Music: Don McLean, Vincent 1971
http://photos.oes.org/albums/userpics/10002/DonMclean-Vincent.wma
Now I understand what you tried to say to me, How you suffered for your sanity, How you tried to set them free. They would not listen, they did not know how. Perhaps they'll listen now.
Starry, starry night. Flaming flowers that brightly blaze, Swirling clouds in violet haze, Reflect in Vincent's eyes of china blue. Colors changing hue, morning fields of amber grain, Weathered faces lined in pain, Are soothed beneath the artist's loving hand.
Now I understand what you tried to say to me, How you suffered for your sanity, How you tried to set them free. They would not listen, they did not know how. Perhaps they'll listen now.
For they could not love you, But still your love was true. And when no hope was left in sight On that starry, starry night, You took your life, as lovers often do. But I could have told you, Vincent, This world was never meant for one As beautiful as you.
Starry, starry night. Portraits hung in empty halls, Frameless head on nameless walls, With eyes that watch the world and can't forget. Like the strangers that you've met, The ragged men in the ragged clothes, The silver thorn of bloody rose, Lie crushed and broken on the virgin snow.
Now I think I know what you tried to say to me, How you suffered for your sanity, How you tried to set them free. They would not listen, they're not listening still. Perhaps they never will...
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Starry_Night
http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Noite_Estrelada
OS OLHOS SÃO O ESPELHO DA ALMA

Dizem que os olhos são o espelho da alma, infelizmente não achei quem disse isso originalmente, se você souber me conte, adoraria saber.
Sempre gostei muito desta frase, pois realmente poucas dúvidas sobre caracter ou verdade sobram após um bom olho-no-olho.
Semana passada tive o prazer de presenciar um gênio, um artista diferênciado daqueles que explicam porquê o talento, em qualquer área da sociedade, é sempre muito bem remunerado.
É um privilégio testemunhar o abismo que nos separa destas pessoas, quando elas professam seus dons.
Lembro-me que parei de escrever letras de música (pois é também já fiz isso...), racionalmente, pois nunca faria nada com a qualidade poética de Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Vinicius de Moraes entre outros...
O artista em questão é Andrea Bocelli, dispensa apresentações, fomos ao seu show no dia 7/12/2007 no Madison Square Garden -NY, e apesar dos péssimos lugares que comprei pela internet, vivemos uma experiência única, inesquecível.
Sua voz, sua presença de palco, a orchestra, os belos duetos com sensacionais sopranos , barítonos e tenores, a homenagem a Pavarotti cantando divinamente a aria de Turandot "Nessum dorma", assassinada e imortalizada no Brasil pela versão de Moacir Franco "Eu nunca mais vou te esquecer...).
O ponto alto para nós foi "vivo per lei" a mais linda homenagem a música que eu já ouvi.
Contudo, o mais interessante e surpreendente é que não é só a sua voz, seu dom natural que nos encanta, mas também seu sorriso.
Um simples sorriso deste homem, fez a plateia aplaudir e gritar, aplausos expontãneos, irresistíveis, pois este homem quando canta, seu sorriso é o espelho de nossas almas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrea_Bocelli
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
FINALMENTE NÚ !

(A VERDADEIRA NUDEZ TOTAL É : SE DESNUDAR DA TIMIDEZ PERANTE UMA FOLHA DE PAPEL EM BRANCO, ESCREVER TUDO O QUE VOCÊ ACREDITA E DEPOIS TER TODOS OS OLHARES DESCONFIADOS DE ANÓNIMOS JULGANDO VOCÊ, SEM PIEDADE, SEM PERDÃO E SEM ARREPENDIMENTO...Marco Leone - 2007)
O ciúme e uma especie de inveja, de raiva do afeto ou do mérito que nos achamos merecedores e que é dado impunemente para outrem.
Quando minha mulher me falou que tinha comecado a escrever um blog com seus amigos de trabalho http://rostinhosbonitos.blogspot.com/ , logo eu que sempre fui o informático da familia, que ensinei para ela os primeiros passos no mundo cybernetico, me senti ultrajantemente ultrapassado.
Com mais de 20 anos de militãncia na área de TI, percebo que hoje as habilidades de um simples usuário subverteram o que é realmente importante em materia de profundo conhecimento neste assunto, nem todo (basic, zim, oracle, algol, cobol, fortram , lps, mumps) que aprendi não foram suficientes para me fazerem descobrir como faço para usar acentuação e cedilha num maravilhoso MAC branquinho, que acabei de comprar para minha mulher e que de tão simpatico, me convenceu a escrever...isto posto, volto ao meu Sony Vaio...pelo bem da gramática.
Sempre gostei de escrever, desde menino, e por ironia do destino foi um menino, um dos meus 2 meninos, meu mais velho Pedro de 11 anos que me fez ter vontade de escrever novamente, ele fez a sua primeira poesia e foi muito elogiado http://rostinhosbonitos.blogspot.com/2007/11/poesia-de-criana.html , o blog que a mãe dele (e minha mulher) participa é excelente, simpático e divertido,realmente muito bom, me sinto então na obrigaçãoo de pelo menos tentar me expressar decentemente.
A maior dificuldade de fazer um blog, ou escrever um livro é a de superar o medo de se expor totalmente perante as pessoas, a verdadeira nudez total, sem photoshop, sem meia luz, sem melhor angulo, e ainda pior, sem poder escolher o público, será visto por amigos complacentes e inimigos que buscarão se alegrarão com cada sandice ou pequeno erro que voce cometer.
Tenho certeza que e para isso que amadurecemos, para superarmos estas pequenas dificuldades, e desfrutarmos de novas possibilidades nas nossa vidas.
Sem nenhum tipo de pretensão neste caso, imagino como o mundo seria melhor se muitas pessoas brilhantes porém timidas(confesso não ser o meu caso mas pode ser o seu...), tivessem a coragem de expor suas ideias, de compartilhar seus sonhos e sua visão do mundo e da vida, acho que seriamos um mundo bem mais interessante.
Resumo da opera, sinto-me bem, passeando peladão pela web 2.0, e com esta embromação venci o desafio do primeiro post, com certeza nao será o melhor, e com mais certeza ainda, nao sera o último!
Nos vemos em breve...













